quarta-feira, 29 de abril de 2009

"Eu quero ser o Bruce Lee do Maranhão"


(Lisbela e o Prisioneiro do gênero comédia romântica, dirigido por Guel Arraes. É uma adaptação da peça de teatro homônima de Osman Lins)

Porque quando existe amor, não há necessidade de mais nada, até mesmo seres de "mundos" opostos se amam, e vivem com em um perfeito encaixe.
Não há compatibilidade de corpos ou gostos, só é.
Simples e completo.

(**Trecho do filme)

Leléu: Quando agente ama uma pessoa o que agente mais quer nesse mundo?

Lisbela: Ficar juntinho dela.

Leléu: Tão juntinho, tão juntinho que como disse o poeta: Transforma-se o amador na coisa amada por virtude do muito imaginar, não tenho mais o que desejar porque tenho em mim a parte desejada.

Lisbela: Achei mais bonita ainda essa maquina do amor.

Leléu: pois entao fique bem quietinha e feche os olhos, que eu vou lhe ensinar como funciona a maquina do desejo.
Cadê? cadê?

Lisbela: É porque liguei a máquinha da ilusão...

(Lisbela parte em retirada deixando leléo com o aroma de seu perfume ainda perdido no ar)


Eu quero a sina de um artista de cinema
Eu quero a cena onde eu possa brilhar
Um brilho intenso, um desejo, eu quero um beijo
Um beijo imenso, onde eu possa me afogar
Eu quero ser o matador das cinco estrelas
Eu quero ser o Bruce Lee do Maranhão
A Patativa do Norte, eu quero a sorte
Eu quero a sorte de um chofer de caminhão
Pra me danar por essa estrada, mundo afora, ir embora"

3 comentários:

  1. Como pode encontrar justamente o trecho que faz os corações palpitarem e sentirem que essa magia do amor realmente existe... e que a verdadeira ilusão é achar que não existe???

    Perfeito... perfeito... perfeito.... :)

    ResponderExcluir
  2. aii, Moreno.. eu não canso de ler isso aqui! Coisa linda é essa, man?

    ResponderExcluir
  3. Dizem que "O amor é filmeee...", e esse é mto lindo ^^ Adoro a parte da igreja que ela fala "Quero me queimar num fogo bem forte!" com aquele sotaque!

    ResponderExcluir